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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Apenas iogurte, maçãs cozidas e canela

Como referi, numa entrada anterior, fui obrigada recentemente a estar uns dias em dieta zero. A que se seguiram outros dias de dietas líquida, mole e por fim quase normal, mas com redução de açúcares e gorduras. Esta experiência fez-me reganhar o gosto pelos alimentos simples e pelas preparações depuradas. Tirar prazer das coisas simples. Muito simples mesmo, como neste caso em que se tratava apenas de iogurte magro entre duas camadas de maçãs cozidas, polvilhadas com um pouco de canela. E nem por isso deixou ser uma sobremesa excelente.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Clafoutis de nectarinas


 O terraço torna-se no meu espaço preferido sempre que sou obrigada a abrandar o ritmo de trabalho. Local de descanso, de leitura e também de lanches que às vezes se prolongam pela noite. Ou apenas ficar sentada a olhar para a Lua ou assistir ao nascer do Sol. Posso mesmo dizer que os dias começam e acabam no terraço sempre que o tempo o permite. Foi por isso o local escolhido para receber uns amigos que nos vieram visitar.

Um lanche em que ganhou destaque um clafoutis de nectarina. A receita, semelhante à de clafoutis de ruibarbo, apenas se diferenciou por neste caso utilizar nectarinas e ter sido aromatizado com licor de tangerina, feito por uma das minhas tias.
 



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Creme de amoras

Na sequência de outras sobremesas inofensivas resolvi fazer este creme de amora. Chamo-lhe creme porque coloquei uma quantidade insuficiente de gelatina que apenas deixou a base com uma consistência mais espessa.

Para o preparar utilizei iogurte magro, amoras e açúcar amarelo apenas em quantidade suficiente para disfarçar a acidez das amoras (neste caso). Bati tudo no copo misturador e a seguir juntei duas folhas de gelatina dissolvidas num pouco de água. na altura de servir coloquei por cima lascas de amêndoa torrada.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Brownies de feijão azuki (cont.)


Fui sensível aos pedidos que a Marina e a Ondina deixaram na entrada anterior. Para além disso não sei quando voltarei a ter tempo e condições para fazer nova experiência. Assim resolvi partilhar a minha receita (em desenvolvimento) e deixar a cada uma de vós a oportunidade de fazerem os ajustamentos necessários. Ficarei a aguardar as vossas sugestões. Passemos para já ao enunciar das várias fases e respectivos ingredientes.

Comecei por colocar de molho em água 1/2 pacote de feijão azuki (cerca e 250 g). Talvez o ideal seja deixar de um dia para o outro, mas no meu caso o tempo foi reduzido para 3 ou 4 horas. Depois cozi o feijão na água em que esteve de molho, a qual foi temperada com erva doce em pó e um pau de canela. Durante o tempo de cozedura, aproximadamente 45 minutos, foi necessário acrescentar mais água, por diversas vezes. Fui provando até verificar que o feijão estava cozido. Ao contrário de outras vezes não escorri a água antes de fazer o puré. Deixei ficar uma quantidade suficiente para cobrir o feijão. Depois com a varinha mágica desfiz o feijão, mas deixando ainda alguns grumos.

A este puré acrescentei:

- 1 chávena de chá de açúcar amarelo, de preferência rapadura por ser mais gostoso
- 1 colher de sopa de essência de baunilha
- 1/2 colher de chá de gengibre em pó
- 3 colheres de sopa cheias de cacau magro
- 2 colheres de sopa cheias de sementes de girassol
- 1 iogurte magro
- 2 ovos
- 1 colher de chá (rasa de fermento)

Em termos de alterações penso ser necessário acrescentar talvez umas 3 colheres de sopa de farinha de trigo (T55) para dar unidade aos restantes ingredientes. Quanto ao fermento tenho dúvidas se ele será necessário. Talvez resulte melhor com a adição de farinha. No final, deve ficar um creme espesso, mas que deslize com facilidade para o tabuleiro, o qual para maior segurança deve ser forrado com papel vegetal de cozinha.

Espero que tenham sucesso e que depois me contem as vossas experiências.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Pequeno almoço e uma receita de brownies (em desenvolvimento)

às vezes as receitas carecem de ajustamentos. Da reformulação de algumas técnicas ou do retirar ou do introduzir de ingredientes. É o que está a acontecer com estes brownies à base feijão azuki. Em termos de sabor agradam-me bastante, até a própria consistência húmida e não muito compacta me satisfaz. Porém, acho ser necessário acrescentar-lhe um agente aglutinador. Talvez algumas colheres de farinha de trigo sejam capazes de fornecer glúten suficiente para tornar o "edifício" menos frágil.

Ontem já os tinha provado. Mas foi hoje, ao pequeno almoço, que voltei a analisar as várias possibilidades de alteração. Por isso, não vos deixo ainda a receita. Apenas a expectativa de uns brownies que não levam manteiga, mas parecem ser o que o nome indica.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Mousse de kiwi e chocolate

Já há uns dias que tenho estado ausente deste espaço, mas hoje achei que não poderia deixar passar mais tempo. Caso contrário sei que algumas amigas se começariam a preocupar. Regresso com uma sobremesa muito ligeira. Comecei por transformar em puré 7 kiwis maduros. Depois juntei 2 colheres de sopa de geleia de agave. À parte, coloquei 2 colheres de chá de agar-agar a amolecer 10 minutos num pouco de água. Juntei a gelatina a 125 ml de água e deixei ferver 2 minutos. Lembrei-me que poderia ser interessante adicionar um pouco de chocolate preto (85% de cacau). Contra todas as regras adicionei cerca de 20 g de chocolate em barra ao liquido da gelatina. Os 2 minutos da fervura também foram suficientes para deterreter o chocolate. Por último, misturei os dois preparados e coloquei em copos de vidro.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Espuma de framboesas com queijo magro

Esta é uma daquelas sobremesas que depois de pronta se podem comer as taças todas e mesmo assim ficar sem problemas de se ter cometido algum excesso alimentar. Foi uma experiência que fiz, a qual necessitará de alguns acertos.

Na base da receita esteve uma caixa de framboesas (125 g), 200 g de queijo fresco magro em copo, 6 dl de leite meio-gordo e 2 colheres de sopa de geleia de agave. Bati tudo no liquidificador para formar a espuma a que depois adicionei 3 colheres de chá de agar-agar, demolhado 10 minutos em meia chávena de água e a seguir colocado a ferver 2 minutos em 1,5 dl de água.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mousse de abacate com queijo fresco

Porque os dias precisam de ser aligeirados. Porque a Primavera chegou. Porque está Sol e calor. Porque há música para escutar e livros para ler. Porque somos livres para escrever. Porque vivemos em paz. Porque somos criativos. Porque o importante é a saúde. Por tudo isto, aproveitemos para preparar umas sobremesas leves que nos façam sonhar.

Neste caso, tratou-se de uma preparação muito simples. Feita quase à hora do jantar, quando me apeteceu acrescentar algo mais à refeição da noite, para lhe dar um final doce. Comecei por transformar em puré a polpa de um abacate maduro. A seguir, juntei 200g de queijo magro 0% (bifidus), 1 colher de chá de canela e 1 colher de sopa de geleia de agave. Misturei tudo e coloquei em tacinhas de vidro. Por cima polvilhei com mais canela. Depois foi só o prazer de comer, colher a colher, de forma pausada, para sentir os sabores do abacate e da canela, mistura que acho deliciosa.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Gelatinas de quark com frutos vermelhos

Nunca me falta imaginação para mais uma receita de gelatina. Desta vez, não se pode dizer que a consistência final lembrasse muito a gelatina tradicional. Poderia ter optado por designar esta sobremesa por mousse de frutos vermelhos. Para esta textura contribuiu a utilização de quark com 20% de gordura.

Os ingredientes que utilizei foram os seguintes:

- 500 g de quark (20% de gordura)
- 1/2 caixa de frutos vermelhos congelados
- 3 colheres de sopa de coco ralado
- 4 colheres de sopa de geleia de agave
- 200 ml de água
- 1 colher de sobremesa de agar-agar
- flocos de coco

Comecei por misturar o quark com os frutos silvestre já descongelados. A seguir adicionei o coco e a geleia de agave. À parte, coloquei 1 colher de sobremesa cheia de agar-agar num pouco de água durante 10 minutos. Juntei a gelatina a 200 ml de água a ferver e durante 2 minutos mexi sempre até a gelatina se dissolver. Adicionei o liquido ao creme e homogeneizei. Coloquei em taças, dispondo por cima uns flocos de coco desidratados.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Creme de tapioca, com ruibardo e pistácios

As leitoras mais assíduas deste blogue já se aperceberam que adoro tapioca. Tenho a vantagem de ser a única com esta paixão, cá em casa, por isso sempre que faço um deste doces já sei que não irei ter concorrência e que vou comer cada um destas pérolas. Pequenos prazeres! Achei que tinha de associar aos copos de doce uma galinha de Angola que comprei da última vez que estive no Rio de Janeiro, em que tive oportunidade de experimentar algumas variações em torno deste ingrediente. Comida na rua, em mercados ou em feiras de produtos regionais, a tapioca nunca me desilude.

Para preparar estes copos comecei por ferver 1 litro de leite magro com 12 sementes de cardamomo (partidas num almofariz) e 2 hastes de citronela que abri ao meio e retirei as folhas exteriores. Deixei ferver em lume brando durante 10 minutos. Depois passei por um passador chino. Ao leite já aromatizado juntei 1 chávena de chá de tapioca (pérolas) que tinha deixado de molho durante 2 a 3 horas. Deixei ferver muito lentamente até as pérolas ficarem transparente. Este processo exige um certo cuidado porque com facilidade se queima o fundo do tacho.

À parte, tinha cozido 4 talos de ruibardo, cortados em troços de 2 a 3 cm, em água com 1 colher de sopa de geleia de agave. Na verdade, deveria ter cozido o ruibardo no forno para ele ficar mais inteiro, mas como não era muito resolvi fazê-lo ao lume. No final, passado5 a 10 minutos, escorri o ruibardo e distribui-o pelo fundo de 6 copos de vidro. Polvilhei com pistácios grosseiramente triturados e por cima coloquei o creme de tapioca. Terminei cada copo com nova camada de pistácios triturados.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

"Crumble" de maçãs e frutos vermelhos

Ando a atravessar uma fase de grande fundamentalismo em termos alimentares. Começo por andar com muita pouca apetência para o exercício da gulodice, o que até é bom, mas também resolvi que era altura de baixar um pouco mais o meu IMC. Espero que as minhas células agradeçam este esforço e me retribuam. Por tudo isto tenho andado a fazer uma dieta "super" saudável, embora com uns deslizes calóricos pouco recomendáveis sempre que o stress aumenta.

Um dia escreverei sobre as minhas férias estivais, que a certa altura mais pareciam aqueles filmes nos quais os protagonistas são alvo de todos os contratempos e desastres. De tão desastrosas foram que a situação até é relatada muitas vezes aos amigos de forma hilariante, porque este também é um modo de ultrapassar problemas. Talvez por tudo isto andamos numa fase muito light. Esta sobremesa é um exemplo disso.

Comecei por descascar e cortar aos bocados 4 maçãs a que juntei 1/2 caixa de frutos vermelhos congelados. Temperei esta mistura com 1 colher de sopa de xarope de ácer. À parte, preparei uma pasta com 1 chávena de farelo de aveia, 1 colher de sopa de canela, 1 colher de chá de curcuma e "natas" de aveia em quantidade suficiente para obter uma massa que espalhei sobre papel vegetal colocado já em cima de um tabuleiro. Levei ao forno cerca de 10 a 15 minutos até cozer e poder esfarelar com a mão. Depois deitei esse farelo em cima da fruta e levei ao forno 30 minutos.

Como não só à sobremesa mas também ao pequeno almoço misturada com um iogurte.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

"Crumble" de nectarinas

Regressei ao livro de Alice Hart, Mes recettes bio et saines au son d'avoine, para desta vez me dedicar a fazer um "crumble" tipo de sobremesa muito ao gosto dos países anglosaxónicos. Como não tinha ruibardo, que era o indicado na receita original fiz com nectarinas. As fotografias talvez não sejam muita favorecedoras, mas estava muito bom. Às vezes, quando vou tirar as fotografias já estou tão cansada que não tenho paciência para grandes ensaios.

Comecei por cozer as nectarianas, depois de descascadas e cortados aos bocados (400g), com 5 colheres de água e os grãos de meia vagem de baunilha. Para esse efeito cortei a vagem ao meio mas sem atingir a parte inferior, em cima de uma tábua, abri-a e com a faca raspei o interior. Como achei que as nectarianas têm muito açúcar juntei apenas 2 colheres de sopa de açúcar mascavado. Deixei ferver em lume brando durante 10 minutos, até os bocados de nectarianas ficarem tenros.

À parte, misturei:

- 6 colheres de sopa de farelo de aveia
- 2 colheres de sopa de farelo de trigo
- 2 colheres de sopa de açúcar mascavado
- 1 ovo
- 1/2 colher de café de canela em pó
- 1 colher de café de extracto de baunilha

Coloquei a massa que obtive sobre um tabuleiro forrado com papel vegetal de cozinha. Espalmei bem com a ajuda das mãos, mas sem ter a preocupação de obter nenhuma forma perfeita. Levei ao forno (180ºC) cerca de 15 minutos. Deixei arrefecer e depois desfiz com as mãos para obter um granulado mais ou menos grosseiro em função do gosto de cada um.

Por último, foi só colocar as nectarinas num recipiente e cobri-las com o biscoito partido. Os "crumbles" são mais agradáveis quando comidos mornos, mas para mim mesmo à temperatura natural ficou excelente.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Gelatina de framboesa com iogurte grego


Há que começar a semana de forma sensata, mas envolvidas numa atmosfera de cores e de aromas condizentes com a estação primaveril. Aproveito também para recordar a velha máxima de que o Sol quando nasce é para todos, assim também é necessário pensar nos que por razões várias, que não são só estéticas, precisam de cuidar da sua alimentação. Nessas situações há pequenos mimos, perfeitamente inócuos em termos alimentares, que são capazes de suavizar os problemas diários. É um pouco pensando nas pessoas que se encontram nessas situações que às vezes idealizo este tipo de receitas. O rosa destas minhas gelatinas é por isso o rosa da esperança e um convite ao desfrutar de pequenos (ou grandes?) prazeres, numa atmosfera de ócio e de paz.

As framboesas com que preparei estas gelatinas foram comprados este sábado no mercado biológico perto da minha casa. Algumas ainda vinham com os pés espinhosos, que foi necessário retirar com cuidado. Estavam no ponto certo em termos de maturação! Na verdade, bastante diferentes das que costumo comprar no supermercado. Passeia-as por água e coloquei-as numa taça, reduzindo-as depois a puré com a ajuda de uma colher de pau, mas sem fazer qualquer esforço para obter um creme homogéneo. É sempre agradável encontrar bocadinhos de fruta inteira. A este puré de framboesas juntei dois iogurtes gregos com 0% de gordura, misturando de novo.

Num tacho pequeno coloquei duas colheres de chá de agar-agar e deixei de molho 10 minutos em 250 ml de água, seguindo as instruções da embalagem. Depois adicionei uma vagem de baunilha aberta com uma faca e raspado o seu interior. Penso que quando não se adiciona açúcar a baunilha é sempre uma boa forma de compensar a sua falta. Deixei ferver a gelatina durante 5 minutos e juntei posteriormente este liquido ao puré de framboesas. Misturei de forma suave e deitei em formas previamente molhadas com água fria. Depois de algumas horas de frigorífico foi só desenformar e começar a saborear esta pequena sobremesa.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Arroz doce com chá Matcha


Se fosse possível comia sempre no final das refeições uma bela sobremesa, daquelas altamente calóricas, que incluísse todos os excessos possíveis: açúcar, gemas, chocolate, chantilly e por ai fora. Mas não posso! E como eu muitas outras pessoas que precisam de controlar o peso. Por isso, procura inventar receitas que embora com algumas calorias sejam relativamente inócuas para a saúde. Foi assim que surgiu este arroz doce com chá Matcha, que é um chá verde em pó, usado na cerimónia japonesa do chá.

Para a sua preparação comecei por colocar a ferver 1 chávena de arroz carolino (Companhia das Lezírias), com 3 chávenas de água, 1 casca de limão e 1/2 colher de sopa de manteiga. Quando já estava cozido deitei adicionei 2 colheres de sopa de açúcar amarelo e 1 gema que misturei previamente com um pouco arroz. Deixei ferver mais um pouco para cozer a gema. Por último, juntei 1 colher de chá de Matcha ainda ao lume, mas deixando ficar a seguir apenas 2 ou 3 minutos. Deitei em taças e polvilhei com canela. Claro que se tivésse levado mais açúcar, mais gemas e mesmo mais chá teria ficado muito melhor, mas mesmo assim achei bastante agradável.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Pêras rocha no forno com pinhões


Mesmo quem necessita de fazer uma certa dieta sente necessidade, com frequência, de uma sobremesa. Por isso, tento muitas vezes adaptar receitas para que possam ser comidas sem a sensação de se estar a infringir muitas regras. Acho que na nossa sociedade nos culpabilizamos excessivamente por tudo o que nos acontece em termos de saúde, atribuindo uma série de problemas a uma dieta incorrecta. Claro que teremos algumas responsabilidades, mas não todas. E também é preciso ter algum grau de satisfação com a alimentação. No caso desta receita ela pode ter duas versões: uma mais normal e outra um pouco mais fundamentalista.
Comecei por descascar e cortar em fatias 4 pêras-rocha que coloquei numa tarteira tal como se o objectivo fosse o de fazer uma tarte. Por cima, juntei pequenas nozes de margarina, polvilhei com açúcar amarelo e reguei com um pouco de rum. Por fim, salpiquei as pêras com pinhões e levei ao forno. Numa versão mais light, pode perfeitamente retirar-se o açúcar, porque as pêras já têm bastante, assim como o rum. Relativamente à margarina, nesta última versão, eu optaria apenas por untar a tarteira. Mais simples é difícil de conseguir, mas o efeito visual é atraente e esse é um aspecto que sempre valorizei.

segunda-feira, 22 de março de 2010

As gelatinas disfarçaram-se de queques


Contínuo fazendo experiências com a gelatina agar-agar. Desta vez lembrei-me de preparar umas gelatinas de mirtilhos com a forma de queques, dando-lhes depois um ar romântico e ao mesmo tempo primaveril com uns salpicos de flores de alfazema. Pode parecer uma sobremesa altamente calórica, mas é um engano!

Comecei por preparar a gelatina como indicam no pacote. Em 1/4 litro de leite magro fervi durante 5 minutos 1 colher de chá cheia de flocos de gelatina agar-agar. Fui mexendo regularmente. À parte misturei uma caixa de quark, também magro, com 4 colheres de sopa de doce de mirtilhos (com pouco açúcar). Se tivesse em casa mirtilhos frescos teria preferido reduzir a puré uma caixa e adicionar depois ao quark. O creme com que fiquei, depois de misturar o quark com os mirtilhos, ultrapassou um pouco 250 ml. Por último, adicionei este creme à gelatina e coloquei a mistura obtida em formas de queques passadas por água fria. Após, aproximadamente uma hora a gelatina já tinha solidificado.

Desenformei os "queques" e enfeitei-os com iogurte grego, também magro, a que adicionei coco ralado para ficar mais consistente. Coloquei o creme no saco pasteleiro e fiz umas pequenas espirais que depois salpiquei com flores de alfazema. Teria preferido usar quark magro, mas infelizmente já não tinha nenhuma caixa em casa. O quark tem uma consistência mais espessa, quando comparada com a do iogurte grego. Também para os que estão a fazer dietas mais restritivas é possível retirar o coco. Poder-se-á eventualmente aromatizar o quark com baunilha ou deixar uns mirtilhos para colocar por cima neste caso.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Gelatinas de frutos vermelhos (light)


Hoje resolvi fazer umas gelatinas com morangos e groselhas. Para o efeito fervi durante 5 minutos 125 ml de leite magro com 1 colher de chá cheia de agar-agar. À parte, misturei um resto de ricota que me tinha sobrado de uma receita anterior com quark magro até obter, depois de batido, aproximadamente 125 ml de um creme a que adicionei 1 colher de café de essência de baunilha e cerca de 3 colheres de sopa de coco ralado. Em formas individuais coloquei numa delas fatias de morangos à volta e na outra umas framboesas no fundo. Depois deitei o creme e levei ao frigorífico. Passado uma hora as gelatinas já estavam prontas para serem comidas. Para estas receitas de gelatinas individuais tenho usado formas de silicone da Tefal, as quais têm um aro de metal à volta, o que dá maior segurança ao transporte e facilita também o processo de desenformar. Nota: esta receita deu para 4 pudins pequenos.

domingo, 7 de março de 2010

Gelatinas de iogurte com molho de morangos

Será difícil alguma vez conseguir fazer uma sobremesa mais dietética do que esta. Os meus amigos nutricionistas acho que a aprovarão a 100%.

Comecei por misturar 2 colheres de chá de agar-agar em 250 ml de leite magro. Juntei uma vagem de baunilha a que já tinha tirado previamente as sementes e levei a ferver 5 minutos. Deixei arrefecer um pouco, retirei a baunilha, e adicionei 250 ml de iogurte magro e as raspas da vagem. Mexi bem e coloquei em formas de silicone passadas por água fria. Depois de solidificado desenformei e coloquei à volta puré de morangos.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Gelatina de chocolate com alfazema

Resolvi fazer umas experiências com dois ingredientes novos: o agar agar e a alfazema. Segui uma linha light, embora por razões familiares tenha cedido a colocar um pouco de açúcar. A gelatina solidificou rapidamente, mesmo fora do frigorífico, ficando bastante consistente. Quanto à alfazema é necessário testar as percentagens e o modo de conseguir obter uma gelatina mais aromatizada. Para a próxima vou colocar a alfazema juntamente com leite, creio que dará um sabor mais activo.

Comecei por colocar três colheres de agar agar em 750 ml de leite magro. Dissolvi e levei ao lume a ferver durante 5 minutos. Fui mexendo regularmente. No final acrescentei 125 g de chocolate preto (85%), 1 colher de sopa de icing-sugar e cerca de 10 ml de uma infusão feita com duas colheres de sopa de alfazema. Coloquei em canecas de chá e salpiquei com flores de alfazema.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Ricotta com mirtilhos, aromatizada com leite de coco

Esta é mais uma receita muito simples. Dividi o conteúdo de uma caixa de mirtilhos por duas taças de vidro (individuais). Por cima coloquei um creme feito com 250 g de ricotta batida, 3 colheres de sopa de leite de coco, 1 colher de sobremesa de icing-sugar e 3 folhes de gelatina (previamente demolhadas em água e depois escorridas e dissolvidas num pouco de água morna). Por fim, tostei umas amêndoas em lascas que coloquei por cima.