Esta casa de chá foi montada na antiga botica do convento, local onde se realizou o congresso. Era o espaço propício para uma conversa mais destendida entre colegas ou para um pequeno descanso a meio da manhã ou da tarde. A cor base era o "verde claro", designação que também dá nome a uma marca de compotas comercializada já em lojas gourmet.
domingo, 13 de novembro de 2011
Um chá no Mosteiro de Arouca
Esta casa de chá foi montada na antiga botica do convento, local onde se realizou o congresso. Era o espaço propício para uma conversa mais destendida entre colegas ou para um pequeno descanso a meio da manhã ou da tarde. A cor base era o "verde claro", designação que também dá nome a uma marca de compotas comercializada já em lojas gourmet.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Raia de caldeirada com uma pequena dissonância
A confecção da raia, que em termos de paladar até estava gostosa, transformou-se num episódio trágico-cómico que exigiu a intervenção de grandes quantidades de spray de alfazema, para "purificar" o ar. Parecia que tinha derramado um frasco de óleo de fígado de bacalhau na cozinha. Depois, o odor forte espalhou-se pela casa. O meu marido protestava, como era possível eu ter colocado fígado no molho. Uma raia que poderia estar tão gostosa se não fosse este pequeno pormenor. Um peixe que nem costuma ter cheiro, dizia-me ele, enquanto se apressava a tapar o tacho! Enfim, hoje a tragédia terminou com os restos a irem para o lixo, porque tive consciência que eu não resistiria às moléculas que surgiriam de imediato na atmosfera da minha cozinha, caso me atrevesse a aquecer a raia e o respectivo molho. Não sei mesmo se o casamento não ficaria em perigo. Pelo menos eu seria ameaçada com uma ida de emergência ao restaurante mais próximo. De qualquer forma deixo-vos a base da receita e aconselho-as vivamente a não adicionarem os "maus" fígados da raia ao molho.
Comecei por fazer um refogado com 2 cebolas grandes às rodelas e azeite. Deixei alourar lentamente e depois juntei 1 folha de louro, três dentes de alho fatiados e 2 cravinhos. Posteriormente, adicionei uma lata pequena de tomate aos bocados, umas rodelas de chouriço, um pouco de pimento lampião, alguns filamentos de açafrão, sal e vinho branco (Bucelas). Deixei ganhar sabor e no final coloquei a raia já salgada (30 minutos) cerca de 10 minutos.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Travesseiros com farinha de trigo integral (aproveitamentos de peru)
Esta receita é uma variante de outra que faço bastantes vezes para aproveitar restos de carne. Neste caso utilizei farinha de trigo integral (250 g) e 100 g de margarina vegetal que esfarelei juntamente à farinha. Adicionei a seguir 1 ovo, sal e água fria até obter a consistência adequada. Fiz uma bola e coloquei no frigorífico durante 30 minutos. Depois foi só estender e rechear com umas sobras de bifinhos de peru a que adicionei um pouco de caril em pó para avivar o sabor.
Antes de irem para o forno pincelei os travesseiros com gema de ovo. O tempo de exposição ao calor foi de cerca de 15 minutos.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Bacalhau com crosta de milho
Coloquei os restos numa taça de ir ao forno, partidos aos bocadinhos. Depois coloquei aproximadamente 2 latas de milho no copo triturador, juntando um pouco de creme de arroz para cozinha. Também poderia ter sido leite ou mesmo natas. Transformei em puré e em seguida adicionei 1 ovo e queijo parmesão até obter um creme espesso que coloquei em cima dos restantes ingredientes. Levei ao forno cerca de 20 minutos e no final liguei o grill para tostar um pouco a parte de cima.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Creme de couve-flor e alho francês
No momento de servir acrescentei ainda 2 colheres de sopa de iogurte grego magro que epois misturei no creme. Só posso dizer que hoje me soube bem ter uma sopa para comer ao jantar.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Ossobuco estufado
Comecei por um refogado com bastante cebola e azeite a que depois juntei uma lata pequena de tomate. Seguiram-se de imediato outros temperos: talos de aipo, cenouras cortadas, 1 folha de louro sem a nervura central, 6 bagas de zimbro, 1/2 pimento lampião, sal, raminhos de tomilho limão e um pouco de vinho branco apenas o suficiente para cobrir a carne. Depois foi deixar em lume muito brando durante cerca de uma hora e meia.
domingo, 9 de outubro de 2011
Perna de borrego assada
Primeiro furei-o com a faca de cerâmica em diversos locais de modo a enfiar dentro da carne dentes de alho inteiros (sem pele). Depois barrei a carne com abundante massa de pimentão. Poderia também ter utilizado uma pasta feita com alho, sal grosso, azeite e colorau (pimentão doce). Para completar a tortura espetei a carne com raminhos de alecrim.
À parte, cortei batatas biológicas em fatias finas, sem contudo chegar ao fundo da batata. Salpiquei-as com sal e alecrim. Por último reguei tudo com um pouco de azeite e de vinho branco. Levei ao forno cerca de 45 minutos, tendo regado a carne e as batatas com o molho a meio da cozedura.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Filetes de pescada com mostarda
Quanto ao puré de batata que acompanhou o peixe ele foi feito da forma tradicional. Apenas acrescentei uma colher de chá de curcuma na água de cozer as batatas e no final substitui a manteiga por um fio de azeite.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Lombo de porco recheado com tâmaras
domingo, 2 de outubro de 2011
Iogurte com amêndoa ralada e clementinas
Como base obtei por ralar umas amêndoas algarvias com pele. Por cima coloquei gomos de clemetina em calda que comprei no supermercado do El Corte Inglés. Mais um pouco de chocolate preto raspado de forma grosseira. Depois foi tudo tapado com um manto branco feito com iogurte magro (cremoso), 2 colheres de sopa de agave e 1 colher de sopa de essência de baunilha.
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