Não é um bolo nem é um pão. Fica a meio caminho entre as dois. Esta é uma versão muito simplificada do verdadeiro brioche francês. Não dá trabalho a preparar e tem pouca gordura e pouco açúcar. Por outro lado, permite inúmeras variações através da adição de pepitas de chocolate, raspa de limão, etc. A receita encontrei-a em blogues franceses bastante conhecidos La cuisine de Mercotte e Khala et compagnie e dela constam os seguintes ingredientes:
- 300 ml de leite morno
- 50 g de manteiga derretida
- 1 ovo
- 1 saco de levedura granulada
- 4 colheres de sopa cheias de açúcar
- 1 colher de sopa de essência de baunilha
- 400 g de farinha de trigo T55
Mistura-se tudo e coloca-se numa forma untada de manteiga e polvilhada de farinha ou simplesmente numa forma de silicone. Depois vai ao forno durante 20 minutos a 75/80ºC, passado esse tempo aumenta-se a temperatura para 180/200ºC e deixa-se cozer mais 3o minutos. Desenforma-se ao sair do forno de preferência sobre uma grade para bolos.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Couve romanesco no forno
A receita foi muito simples, até porque não queria retirar-lhe as formas. Por isso, comecei por a separar em raminhos que foram cozidos a vapor durante um tempo relativamente pequeno, uma vez que esta variedade de couve é mais tenra que a couve-flor. Depois cobri-os parcialmente com um molho béchamel fluído e salpiquei com queijo ralado. Foi ao forno a tostar ligeiramente durante cerca de 10 minutos.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Uma feira, uma livraria e um almoço na Lx Factory
Cá fora, ao domingo, também existem bancas que vendem livros usados, roupas, loiças e até doces numa mistura caótica onde é possível encontrar peças a bom preço. Entre as compras que fiz destaco um pacote de salva seca que já comecei a utilizar num assado de peru.
Quanto ao almoço predominam as ofertas de brunchs, porém preferimos experimentar o Café Malaca e os sabores orientais. Para registo ficam mais duas fotografias, uma do Espaço Brasil e outra de uma pintura mural.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Landeau Chocolate (Lx Factory)
Um domingo na Lx Factory (Lisboa). O objectivo começou por ser uma visita ao mercado, mas todas as outras opções e surpresas estavam em aberto. E assim aconteceu. Um dos espaços mais bonitos, e, que nos atraiu pelo aroma, mesmo quando ainda não tinhamos conseguido avistar a tabuleta que o identifica é certamente o do Landeau Chocolate. Desta vez optou-se por um chocolate quente puro. Era necessário aquecer o corpo, porque o dia foi frio e ventoso. Ficou a vontade de provar o bolo de chocolate. Enquanto bebemos o nosso chocolate fomos folheando livros de doçaria, baseada neste ingrediente.
A decoração cria um ambiente muito acolhedor. Onde apetece ficar. Sem pressas. Pegar num livro que se comprou na livraria que fica do outro lado da rua e lê-lo com toda a calma. Embaladas pelo aroma a chocolate. Um lugar para regressar quando se quer sonhar.
A decoração cria um ambiente muito acolhedor. Onde apetece ficar. Sem pressas. Pegar num livro que se comprou na livraria que fica do outro lado da rua e lê-lo com toda a calma. Embaladas pelo aroma a chocolate. Um lugar para regressar quando se quer sonhar.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Strudel de restos (caril de frango+arroz+esparregado)
Aproveitar restos de outras refeições é um desafio com que me defronto mais de uma vez por semana. Ou por cansaço ao comer determinado prato várias vezes ou porque sobrou muito pouco e só por si não serve de refeição, há uma série de motivos que podem estar na origem da necessidade de reciclar alimentos, dando-lhes novo visual e sabor. Desta vez os restos eram de caril de frango, de esparregado de acelgas e ainda de um pouco de arroz de cardamomo. Misturei estes restos todos, desfazendo com um garfo os cubos de peito de frango (caril). Como adicionei também algumas colheres de molho do caril com cebola e tomate, juntei no final um pouco de pão ralado com o objectivo de absorver o excesso de humidade.
Quanto à massa fiz metade da dose que habitualmente utilizo, isto é:
- 150 g de farinha T55
- 40 g de margarina Becel liquida
- 1 ovo
- água e sal q.b.
Depois de homogeneizar estes ingredientes deixei descansar no frigorífico durante 30 minutos. De seguida estendi numa mesa enfarinhada, dando à massa a forma de um rectângulo. Coloquei o recheio no meio de dobrei como se pode ver na imagem inferior. Pincelei com ovo batido e levei ao forno (180ºC) durante 20 minutos.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Dourada assada e esparregado de acelgas
Refeições de todos os dias em que há apenas a destacar pequenos pormenores. Neste caso, ao peixe assado tradicional, temperado com polpa de tomate, cebola às rodelas, vinho branco, azeite, tomilho limão e sal, acrescentei-lhe antes de ir para o forno uma mistura de especiarias (tandoori masala) polvilhada por cima a qual permitiu diferenciar esta dourada de muitas outras que temos comido nos últimos tempos.
Para acompanhamento fiz um esparregado de acelgas muito simples. Num wok coloquei um pouco de azeite e 6 alhos em lâminas. Acrescentei um ramo de acelgas cortadas aos bocados e fui virando até os talos ficarem praticamente cozidos. Depois coloquei as acelgas no copo liquidificador e reduzi a puré, sem esquecer temperar de sal.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Tarte de abóbora (light)
Às vezes há dias em que me dá para ser fundamentalista na alimentação. É a altura em que surgem as receitas mais radicais, como esta de tarte de abóbora (manteiga). Eu fico sempre satisfeita com o resultado, mas oiço sempre o comentário "estragas sempre os bolos por não colocares o açúcar necessário". Apesar destas afirmações sigo em frente.
Quanto à massa não coloco aqui a receita por não ter acertado com as quantidades. Porém, posso dizer que a base foi farinha de trigo integral, Becel liquida e água. No que se refere ao recheio comecei por cortar aos bocados uma abóbora (manteiga) pequena e cozê-la em água temperada com um pau de canela e uma casca de limão. Utilizei também a casca da abóbora por ter a garantia de ser oriunda de agricultura biológica. Depois coloquei os pedaços de abóbora no copo liquidificador e transformei em puré. A este adicionei:
- 4 colheres de sopa de geleia de agave
- 1 colher de chá cheia de canela
- 1/2 colher de chá de gengibre em pó
- 2/3 de chávena de farinha de trigo integral
- 1/2 chávena de flocos de aveia
- 2 ovos inteiros
- raspa de noz moscada
Coloquei numa forma de tarte pequena, já forrada com a massa, e levei ao forno cerca de 30 a 40 minutos com o forno a 180ºC.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Queques de mirtilhos
Tudo me serve de desculpas para fazer uns docinhos. Estes queques, por exemplo, foram feitos para um lanche com um grupo de amigos com quem me encontrou mensalmente. Até nem sei se eles se entusiasmam muito com esta minha vertente doceira, porque são todos muito frugrais. Mas para já importa apenas que continuem a servir de desculpa.
Nestes queques utilizei:
- 200 g de farinha
- 60 g de flocos de aveia
- 100 g de açúcar
- 1 colher de chá de essência de baunilha
- 2 iogurtes magros
- 1 cx de mirtilhos frescos
- 100 g de manteiga derretida
- 1 colher de chá de fermento em pó
- 1/2 colher de chá de bicarbontado de sódio
- 2 ovos
Comecei por juntar os ingredientes secos e a seguir os húmidos, deixando para o final os mirtilhos e o fermento. Foram ao forno em formas de papel, colocadas dentro de forminhas de silicone durante 20 a 25 minutos a 180ºC.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Variações (pastéis)
Considero este espaço como uma espécie de registo do que diariamente, ou quase, se vai passando na minha cozinha. Por isso, é natural que a mesma receita surja mais de uma vez ou existam variações a partir de uma base comum.
Neste caso tratou-se do aproveitamento de uma perna de perú assada. Cortei aos pedaços pequenos os restos de carne e depois levei-os a refogar em cebola picada e azeite. Juntei um pouco de polpa de tomate para a mistura não ficar muito seca e umas folhas de tomilho limão. Nestas situações prefiro cortar a carne com uma faca a desfazê-la na máquina. Acho mais agradável encontrar pedaços de carne inteiros no interior dos pastéis.
A massa foi a dos anteriores pastéis. Só que desta vez fiz unicamente com farinha de trigo integral à qual adicionei 1 colher de chá cheia de caril. O resultado foi bastante bom. A massa fica estaladiça e gostosa. Gostamos de comer este tipo de pastéis com o molho Sriracha (picante) que compramos na loja de produtos asiáticos.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Batido de kiwi com kéfir e canela
Hoje é o dia da revisão anual do meu carro. O que se traduz em levantar muito cedo para o levar à oficina. Talvez por isso achei que deveria fazer um segundo pequeno almoço a meio da manhã. Suficientemente nutritivo, em vários aspectos, para conseguir sentar-me a trabalhar sem estar a pensar em bolachas e chocolates. Foi assim que surgiu este "super" batido no qual usei:
- 3 a 4 kiwis
- 1 banana pequena
- 1 colher de sopa de geleia de agave
- 1 mão cheia de folhas de espinafres
Depois de reduzido a puré deitei por cima kéfir e salpiquei com canela.
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