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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Salada de couve roxa, de beterraba e de cebola roxa



Salada de couve roxa, beterraba e cebola roxa

1/4 de couve roxa; 1/2 cebola roxa cortada em lâminas finas; 1 beterraba cozida cortada às fatias; azeite; 1 colher de sopa de vinagre balsâmico; 2 dentes de alho muito picados; 2 colheres de sopa de sementes de sésamo tostadas; flor-de-sal.

Misturar todos os ingredientes com exceção das semenentes de sésamo que só devem ser colocadas no fim.

Adaptado de: Pinnock, D. (2013). The Medicinal Chef. London: Quadrille Publishing Limited.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Salada de batatas (Cádiz)

Às vezes não sabemos explicar o motivo de gostarmos tanto de algumas cidades. O que nos prende a locais onde apenas estivemos alguns dias, que aparentemente em nada contribuíram para modificar a nossa vida. Isso acontece-me com Cádiz. Não tenho memórias particulares desta cidade, mas só de pensar nela sou envolvida por uma imensa sensação de bem estar, associada a uma ideia de regresso a um outro período histórico (Descobertas), esperando a cada momento ver aparecer uma nau no horizonte. Talvez os romances de Artur Pérez Revertè, muitos deles passados em Cádiz, tenham contribuído para o idealizar desta atmosfera e destes olhares parados no tempo. Recordo a enorme árvore da borracha que espalha raízes e ramos junto a uma praia, os mosquitos que ao anoitecer surgem como nuvens, prontos a investir em qualquer pedaço pequeno de pele deixado a descoberto, escuto o vento que ao sobrar atravessa a malha urbana. Também não esqueço os jantares de peixe frito, comprado em cartuxos de papel que depois se abriam em cima das mesas, acompanhados de uma caña fresca.Dias que foram de início de outono mas que ainda pareceram verão.

Foi por tudo isto que surgiu a vontade de voltar a fazer uma salada de batata. Humilde nos ingredientes e no modo de preparação, porém agradável ao paladar e sinal de boas vindas seja no restaurante mais simples como no mais sofisticado. Não ficou exactamente igual às que comi em Cádiz. Isso dever-se-á à qualidade das batatas e também ao azeite no qual não fui tão pródiga como deveria ter sido.

Comecei por cozer batatas com pele, de preferência novas, em água com sal. Cozeram cerca de 25 a 30 minutos. Depois deixei-as outros 30 minutos dentro de água. Só a seguir as retirei e coloquei num passador a escorrer outra meia hora. Findo este tempo tirei-lhes a pele e cortei-as às fatias.  As que eu me recordo de comer, em Cádiz, desfaziam-se. Estas ficaram bastante inteiras o que julgo dever-se á qualidade das batatas. Como tempero utilizei 1 cebola pequena picada e um pouco de salsa também bem picada. Juntei vinagre de Jeréz e só por último o azeite.

De acordo com a tradição devem ser servidas à temperatura ambiente, sem passarem pelo frigorífico.

domingo, 6 de maio de 2012

Salada de favas com coentros e alho


Este ano estou a fazer um esforço para começar a gostar de favas. Comecei por umas saladas frias feitas a partir de favas previamente cozidas em água e sal (20 minutos) e depois temperadas em quente com alho picado, azeite, vinagre e coentros.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Uma salada simples

Uma salada simples nos ingredientes e na preparação. A base, um tomate "coração de boi" às fatias, que se envolveu de morangos bio e se enfeitou com queijo feta ralado e sementes abóbora. Tão simples como isso. Sem sal, nem azeite. Apenas e só os sabores originais que se misturavam na boca a cada garfada. Importante apenas a temperatura.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Salada de grão, com atum, meloa e coentros

Esta salada foi a forma mais rápida que encontrei de celebrar o início da época estival. Tudo começou por um frasco de grãos cozidos, escorridos e passados por água. A estes juntei uma lata de atum de marca açoriana. Depois seguiu-se 1 cebola nova picada, que também poderia ter sido uma cebola roxa. Entretanto, tirei a pele a uma meloa e cortei-a aos cubos como se fosse também uma cebola grande. Já no final, juntei metade de um molhe de coentros picados, e, por fim, no topo, coloquei tomates cereja e queijo feta esfarelado. É importante fazer uma hora antes de servir, para que tenha tempo de arrefecer no frigorífico.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Conserva de cenoura roxa

Toda a vida comi, em casa dos meus pais, conserva de cenouras, preparada à moda do Algarve. Porém, sempre ouvi a minha mãe referir que a receita tradicional era feita com cenouras roxas. Coisa rara de encontrar nos nossos dias! Assim, logo que vislumbrei no supermercado biológico (BRIO) umas cenouras deste tipo, com um tamanho adequado para a realização desta conserva, pensei logo que não poderia hesitar na compra. Quando comparo o respectivo sabor com o das cenouras ditas normais, apenas acho que estas são menos doces e talvez um pouco mais rijas. Talvez por isso fossem as preferidas para este tipo de salada.

Quanto à preparação o processo é muito simples. Começa-se por tirar a pele e cortar às rodelas. Cozem-se em água temperada com sal, mas não se deixam ficar muito moles. Depois de escorrida a água, ainda no tacho, temperam-se com cominhos em pó, azeite e vinagre. Tapa-se e sacode-se o tacho para espalhar o tempero de forma regular. Deixam-se arrefecer dentro do tacho para ganharem mais sabor.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Salada de grão com atum, couves pak-choi e cogumelos

Gosto de refeições coloridas! Deve ser o meu lado tropical que está sempre presente. Mas ao mesmo tempo variedade de cores também significativa que estamos a ingerir uma panóplia maior de vitaminas e sais minerais. Numa época em que estamos a reaprender a apreciar a diversidade, seja ela bio, geo ou mesmo cultural, em qua as gastronomias de regiões distantes são valorizadas e experimentadas nas nossas próprias cozinhas, os contrastes de cor que encontramos numa travessa ou num simples prato exaltam esses outros olhares sobre o mundo.

Esta salada é muito simples na sua preparação. Ecómica também. O que a torna ideal para tempos de crise.

Comecei por colocar um fio de azeite e 1 alho fatiado num tacho. Juntei-lhe depois as couves pak-choi, cortadas ao meio no sentido longitudinal. A seguir, e porque estava com pressa, adicionei logo os cogumelos, cortados em fatias grossas. Deixei as couves murcharem um pouco e adicionei 1/2 colher de chá de curcuma, sal, 1 malagueta vermelha (comprida) e um pouco de pimenta preta moída. Misturei as verduras ainda quentes com uma lata de grão pré-cozido, previamente passado por água fria. Por último, adicionei um frasco de atum de conserva (em azeite).

Como tem estado frio optámos por comer a salada ligeiramente aquecida. O acompanhamento foram uns legumes biológicos assados no forno. As cenouras vieram da minha fornecedora habitual no mercado do Príncipe Real, que me participou serem as últimas. O seu canteiro de cenouras estava já reservado para o restaurante Tavares, porque um dos pratos em que as usam está a ter muito sucesso. Foi o fim deste nosso prazer, mas o reconhecimento merecido à excelente qualidade do produto. Confesso que já tenho comprado noutros locais, mas não têm comparação.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Salada de grão com atum

Esta é mais uma receita simples que permite inúmeras variações. Para além disso pode fazer-se com antecedência e comer fria. Foi antecedida por um consomé de brócolos que me esqueci de fotografar, o qual preparou o estômago para esta salada.

Como ingredientes utilizei:

1 frasco de grãos pré-cozidos
1 lata de atum em azeite
1 cebola roxa picada
1/2 pepino picado
1 malagueta grande picada
sumo de 1/2 lima
mangericão picado

Não senti necessidade de juntar azeite e sal, devido ao atum de conserva. Mas para alguns paladares poderá ser necessário.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Salada de quinoa e de espargos


Esta salada serviu de acompanhamento das anteriores courgettes. Para além de extremamente fácil de preparar permite obter no final um excelente aspecto visual o que também ajuda muito a apreciar um prato. Como os elogios foram muitos, penso que este Verão irei fazer muitas saladas de quinoa.

Comecei por cozer a quinoa em água, de acordo com as instruções da embalagem. Depois deixei arrefecer e escorrer num passador, embora esta operação fosse praticamente desnecessária porque a quinoa fica com pouquíssima água. À parte, cozi em água com muito pouco sal um molhe de espargos partidos aos troços. O tempo de cozedura foi de cerca de 3 a 5 minutos. Misturei a quinoa já fria com espargos (também frios), adicionei tomates cereja partidos ao meio e uma boa quantidade de manjericão picado. Não coloquei mais nenhum tempero! Estava óptima a salada.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Salada de bulgur, com abóbora assada e maçã Granny Smith

Como também sei o que é ter de comer de forma saudável, resistindo a tentações, sou solidária com o esforço da Manuela do blogue Delícias e Companhia. Por isso, aqui estou a participar na iniciativa que ela lançou:

A minha proposta é a seguinte:


Comecei por assar cubos de abóbora potimarron (Hokaido) no forno, durante 20 a 30 minutos. À parte, cozi bulgur. Depois juntei o bulgur com uma maçã Granny Smith partida aos cubos e com a abóbora. Temperei com sumo de 1/2 lima, azeite e óregãos. Por último, salpiquei com sementes de abóbora, que levei previamente ao forno durante uns minutos para ficarem mais estaladiças.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Queijo de cabra atabafado com rebentos de trevo



Do meu germinador sairam também uns rebentos de sementes de trevo, que utilizei nesta salada muito fácil de preparar mas bastante nutritiva. Utilizei metade de um queijo de cabra atabafado, que coloquei por cima de uma cama de rebentos de trevo. Sobre estes salpiquei uma quantidade razoável de sementes de sésamo ligeiramente tostadas numa frideira, assim como alguns corintos. Por último, deitei um pouco de azeite sobre o queijo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Salada de grãos germinados de trigo integral, com figos e mel



A seguir às Festas comprei um germinador, numa casa de produtos dietéticos, e uma série de sementes já destinadas a serem utilizadas em processos de germinação com objectivos alimentares. Os primeiros rebentos foram ingeridos no seu estado natural, mas o sabor não me pareceu particularmente agradável, por isso resolvi inventar uma salada nutritiva, mas que ao mesmo tempo fosse agradável ao palato.

Para esse efeito coloquei numa pequena taça de vidro uma camada de cogumelos crus em lâminas (2 cogumelos), por cima uma camada de rebentos de trigo mole integral, depois um pequeno estrato de azeitonas pretas fatiadas, seguidas de dois figos secos (cuello de dama) também fatiados, e, tudo isto salpicado de pevides de abóbora e de uns bocadinhos de queijo. Para terminar ainda deitei  por cima cerca de 1/2 colher de café de mel. Levei ao microondas durante cerca de 30 a 45 segundos, para deterreter um pouco o queijo e estimular a libertação de odores pelos vários ingredientes. Antes de comer, misturei todos os ingredientes.

Posso dizer-lhes que foi um excelente jantar. Tive mesmo de resistir à preparação de uma outra taça de salada.